26/05/2007

Edição nº 1, março-abril/2007

O Programa de Gerenciamento de Propriedades Leiteiras vem sendo desenvolvido no Estado do Rio de Janeiro há cerca de 3 anos. Utiliza uma metodologia de trabalho desenvolvido pela Embrapa Pecuária Sudeste, sediada na cidade de São Carlos/SP e é conhecida, por lá e em outras regiões do Brasil, como Projeto Balde Cheio.
No Estado do Rio o projeto é denominado “Gerenciamento de Propriedades Leiteiras” sendo desenvolvido com parceria do Sebrae-RJ, SENAR-Rio, FAERJ e EMBRAPA Pecuária Sudeste e apoio dos Sindicatos Rurais, Prefeituras Municipais e Cooperativas Agropecuárias.
Atualmente estão envolvidos no processo de desenvolvimento do programa 10 técnicos, que mediante ao processo de visitas vem acompanhando cerca de 100 produtores rurais, de 24 municípios do Estado do Rio de Janeiro.
Para este ano de 2007 estão previstos a inclusão de novos técnicos junto ao programa, assim como o aumento do número de produtores rurais atendidos.
No Estado do Rio o projeto é denominado “Gerenciamento de Propriedades Leiteiras” sendo desenvolvido com parceria do Sebrae-RJ, SENAR-Rio, FAERJ e EMBRAPA Pecuária Sudeste e apoio dos Sindicatos Rurais, Prefeituras Municipais e Cooperativas Agropecuárias.
Atualmente estão envolvidos no processo de desenvolvimento do programa 10 técnicos, que mediante ao processo de visitas vem acompanhando cerca de 100 produtores rurais, de Rio de Janeiro.
Para este ano de 2007 estão previstos a inclusão de novos técnicos junto ao programa, assim como o aumento do número de produtores rurais atendidos.

Propriedade em destaque: Sítio Duas Barras, de Gilson Lopes da Silva

O Sítio Duas Barras, do produtor Gilson Lopes da Silva, está localizado na localidade do Arraial Novo, em Bom Jesus do Itabapoana, RJ. O produtor, juntamente com sua esposa Terezinha e mais seus 6 filhos, vem acompanhando e vivenciando uma transformação dentro da sua propriedade, na atividade de produção leiteira, nos últimos três anos de muito trabalho, persistência e dedicação.
Esta história começou em outubro de 2004 quando o técnico Rodrigo Motta procurou o produtor para saber se tinha o interesse de fazer parte do Programa de Gerenciamento de Propriedades Leiteiras. Desde então, o produtor e sua propriedade passaram por uma série de fases de implantação deste programa e pode-se dizer que o produtor que tirava menos 5 litros de leite ao dia, passou a tirar, em fase atual 150 litros de leite/dia. Calma, não está errado o que você leu! Na verdade havia a necessidade de comprar 5 litros de leite por dia para alimentar os seus filhos e iniciando na atividade leiteira o produtor foi escalonando produções maiores a medida destes anos.
Ainda mais, a atividade envolve uma área de produção de leite de 1,3 hectare, que estão desta forma distribuídos: 10.000 m2 de área de pastagem, em 28 piquetes de capim mombaça, onde pastejam 13 vacas, sendo 10 destas em lactação e 3000 m2 de cana-de-açúcar para suplementação na época da seca.
A propriedade do Gilson é uma das Unidades Demonstrativas deste Programa de Gerenciamento de Propriedades Leiteiras e vêm recebendo visitantes de muitas regiões para conferir os resultados, para verificar quais são os fatores que podem vir a levar tal produção em tão pequena área. Mais do que isto, o sistema de produção de leite é rentável e a perspectiva é de melhorar ainda mais este fator.
O próprio Gilson diz das dificuldades encontradas, das descrenças de muitos que o negócio iria dar certo e que, gradativamente, os passos foram sendo dados ao longo do tempo. A escolha da área a ser trabalhada, a coleta e análise do solo, a escolha da espécie forrageira a ser trabalhada, correção e adubação, conforme a recomendação do técnico e muito mais.
A parte relativa às anotações são fundamentais ao processo, pois vai possibilitando saber quais os pontos a se melhorar, quais animais a serem descartados, qual a hora de ir melhorando a qualidade do rebanho, quando iniciar ou parar a adubação dos piquetes. Em resumo: ter condição de gerenciar o seu próprio negócio, orientado pelo técnico envolvido neste processo.
Quando o produtor e sua esposa vêem os resultados positivos e a rentabilidade alcançada na atividade eles tem a certeza que esta metodologia de trabalho é o caminho a ser seguido e trilhado para quem quer ter sucesso na atividade de produção leiteira.

Sanidade animal: mastite

Cstoms has often been a problem for me because I tend to like organic stuff that thrills me. A bunch of dried culinary herbs from the south of France. Chestnut leaves from a tree in Périgord Noir. An olive branch with leaves and olives still attached from the Tunisian island of Djerba. Some capers and caperberries snapped off.


TIPOS:

CLINICA
I have found that the best policy is to be absolutely upfront and honest; declare everything, even stuff you know is perfectly fine for you to possess, like the odd bottle of wine or olive oil. Don’t try to hide anything. Don’t be nervous. Follow the rules. If you have nothing to hide, you have nothing to be nervous about.

CONTAGIOSA
Getting past customs has often been a problem for me because I tend to like organic stuff that thrills me. A bunch of dried culinary herbs from the south of France. Chestnut leaves from a tree in Périgord Noir. An olive branch with leaves and olives still attached from the Tunisian island of Djerba. Some capers and caperberries snapped off.

Recently, one customs curmudgeon relieved me of some drop-dead delicious fried pork rinds from Jaén in Spain, where the pork is miraculous, the single most worshipful substance on the face of the earth.

After two or three customs people had wordlessly palpated, turned, sniffed and rubbed the object, one of them finally gave up and had to ask that it be identified, a surrender they rarely offer.

DIAGNÓSTICO
tly, one customs curmudgeon relieved me of some drop-dead delicious fried pork rinds from Jaén in Spain, where the pork is miraculous, the single most worshipful substance on the face of the earth. After two or three customs people had wordlessly palpated, turned, sniffed and rubbed the object, one of them finally gave up and had to ask that it be identified, a surrender they rarely offer.

PREVENÇÃO E CONTROLE
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“O que mais me encanta é recuperar a auto-estima dos produtores e se emocionar quando ele consegue enxergar o que nós do projeto já tínhamos visto: o potencial de sua propriedade. É vibrar com suas conquistas nos planos técnico e econômico, e principalmente nos aspectos sociais e familiares. Passamos a fazer parte da família, traçando com ela novos planos, novos objetivos.
Artur Chinelato, pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste

“O auxílio de um técnico competente, para a elaboração do projeto a ser implantado, é de fundamental importância. Sem a colaboração de profissionais da extensão rural, o produtor perde tempo e dinheiro em tentativas frustradas de copiar aquilo que o vizinho faz, ou o que encontra nas revistas especializadas. Porém, o produtor deve saber que não existe receita pronta e que somente com auxílio de um profissional capacitado é possível encontrar o caminho seguro.”
André Luiz Monteiro Novo, Embrapa Pecuária Sudeste
Eli Antônio Schiffler, Engenheiro Agrônomo


Como funciona o Projeto de Gerenciamento de Propriedades Leiteiras?

I have found that the best policy is to be absolutely upfront and honest; declare everything, even stuff you know is perfectly fine for you to possess, like the odd bottle of wine or olive oil. Don’t try to hide anything. Don’t be nervous. Follow the rules. If you have nothing to hide, you have nothing to be nervous about.

My problem is that I’m usually so irritable, they figure I must really be nervous. If I’m nervous, I must be hiding something. Whoops. Then I’m detained as the agents go through my bags. That makes me more irritable.

Getting past customs has often been a problem for me because I tend to like organic stuff that thrills me. A bunch of dried culinary herbs from the south of France. Chestnut leaves from a tree in Périgord Noir. An olive branch with leaves and olives still attached from the Tunisian island of Djerba. Some capers and caperberries snapped off a bush on an Aeolian island. All of that stuff winds up in my toilet kit. And I forget about it. Until I reach customs.

Recently, one customs curmudgeon relieved me of some drop-dead delicious fried pork rinds from Jaén in Spain, where the pork is miraculous, the single most worshipful substance on the face of the earth.

I stumped the agents once, though. Having arrived at Kennedy Airport one afternoon from Sicily, I had in my possession a foodstuff that looked like a canoe paddle. I felt it wise to keep my mouth shut as long as possible. Which is pretty hard for me.

After two or three customs people had wordlessly palpated, turned, sniffed and rubbed the object, one of them finally gave up and had to ask that it be identified, a surrender they rarely offer.

I have found that the best policy is to be absolutely upfront and honest; declare everything, even stuff you know is perfectly fine for you to possess, like the odd bottle of wine or olive oil. Don’t try to hide anything. Don’t be nervous. Follow the rules. If you have nothing to hide, you have nothing to be nervous about.

My problem is that I’m usually so irritable, they figure I must really be nervous. If I’m nervous, I must be hiding something. Whoops. Then I’m detained as the agents go through my bags. That makes me more irritable.

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I stumped the agents once, though. Having arrived at Kennedy Airport one afternoon from Sicily, I had in my possession a foodstuff that looked like a canoe paddle. I felt it wise to keep my mouth shut as long as possible. Which is pretty hard for me.

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I have found that the best policy is to be absolutely upfront and honest; declare everything, even stuff you know is perfectly fine for you to possess, like the odd bottle of wine or olive oil. Don’t try to hide anything. Don’t be nervous. Follow the rules. If you have nothing to hide, you have nothing to be nervous about.

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Recently, one customs curmudgeon relieved me of some drop-dead delicious fried pork rinds from Jaén in Spain, where the pork is miraculous, the single most worshipful substance on the face of the earth.

I stumped the agents once, though. Having arrived at Kennedy Airport one afternoon from Sicily, I had in my possession a foodstuff that looked like a canoe paddle. I felt it wise to keep my mouth shut as long as possible. Which is pretty hard for me.

Negócio: Trator MF 2001 xpto

My problem is that I’m usually so irritable, they figure I must really be nervous. If I’m nervous, I must be hiding something. Whoops. Then I’m detained as the agents go through my bags. That makes me more irritable.

Agenda de junho

01/06 - My problem is that I’m usually so irritable, they figure I must really be nervous. If I’m nervous, I must be hiding something. Whoops. Then I’m detained as the agents go through my bags. That makes me more irritable.

05/06 - My problem is that I’m usually so irritable, they figure I must really be nervous. If I’m nervous, I must be hiding something. Whoops. Then I’m detained as the agents go through my bags. That makes me more irritable.

11/06 - Irritable, they figure I must really be nervous. If I’m nervous, I must be hiding something. Whoops. Then I’m detained as the agents go through my bags. That makes me more irritable.

23/06 - I’m usually so irritable, they figure I must really be nervous. If I’m nervous, I must be hiding something. Whoops. Then I’m detained as the agents go through my bags. That makes me more irritable.

30/06 - My problem is that I’m usually so irritable, they figure I must really be nervous. If I’m nervous, I must be hiding m detained as the agents go through my bags. That makes me more irritable.

Vacinação contra aftosa

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Blog responde: como curar mastite

My problem is that I’m usually so irritable, they figure I must really be nervous. If I’m nervous, I must be hiding something. Whoops. Then I’m detained as the agents go through my bags. That makes me more irritable.

Getting past customs has often been a problem for me because I tend to like organic stuff that thrills me. A bunch of dried culinary herbs from the south of France. Chestnut leaves from a tree in Périgord Noir. An olive branch with leaves and olives still attached from the Tunisian island of Djerba. Some capers and caperberries snapped off a bush on an Aeolian island. All of that stuff winds up in my toilet kit. And I forget about it. Until I reach custom

Dica: como melhorar sua produção

My problem is that I’m usually so irritable, they figure I must really be nervous. If I’m nervous, I must be hiding something. Whoops. Then I’m detained as the agents go through my bags. That makes me more irritable.

Getting past customs has often been a problem for me because I tend to like organic stuff that thrills me. A bunch of dried culinary herbs from the south of France. Chestnut leaves from a tree in Périgord Noir. An olive branch with leaves and olives still attached from the Tunisian island of Djerba. Some capers and caperberries snapped off a bush on an Aeolian island. All of that stuff winds up in my toilet kit. And I forget about it. Until I reach custom

Receita: Pão Caseiro

Receita enviada por Valquíria Rodrigues, Sítio Córrego, Varre-Sai/RJ

INGREDIENTES
  • 1/2 xícara (chá) de leite
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1/2 xícara (chá) de óleo
  • 1/2 colher (sopa) de sal
  • 02 ovos
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo (sem fermento)
  • 1 tablete ou pacote de fermento biológico
  • mortadela ralada à gosto
http://www.patriciaepedro.com/pedro/blog/wp-content/DSC00687.JPG

MODO DE PREPARO
  1. Bate os cinco primeiros ingredientes no liquidificador.
  2. Coloca esse creme numa vasilha e vai misturando aos poucos a farinha de trigo e o fermento (dissolvido ou não, de acordo com o que diz o pacote), acrescente a mortadela ralada e misture, ponha numa forma untada e enfarinhada e deixe em repouso por 2 ou 3 horas, até que dobrar o volume da massa.
  3. Leve ao forno pré-aquecido por cerca de 20 minutos ou até que o pão esteja corado, retire do forno e passe margarina.
Envie sua receita para o email blog.gpl@gmail.com

Sítio Esperança: o retrato na parede

Era uma vez, num Sítio chamado Esperança, com área total de 5 hectares, que a nossa estória se passa. Pequena propriedade rural, incrustada no meio de um vale, onde sobreviviam, com dificuldade, um punhado de pessoas valentes, corajosas e obstinadas.
A família chefiada pelo pai, seu Antônio, tinha na figura da mãe, dona Aurora, o apoio necessário para a luta diária da vida. Os filhos, Clara e Cândida e o caçula, Joãozinho, completavam a família.
O cenário era ao mesmo tempo belo e triste. O ar puro do início da manhã e a paisagem magnífica do por do sol entre as montanhas, eram responsáveis pelos breves momentos de felicidade. Passados esses instantes de contemplação, o retorno à realidade impiedosa, era angustiante e preocupava-os quanto ao futuro. Esse temor, roubava-lhes, a conta gotas, o que de mais importante alguém pode ter, que é a esperança.
Seu Antônio e dona Aurora trabalhavam incansavelmente, da hora em que acordavam, por volta das 5 da manhã, até o momento de deitar a cabeça no travesseiro. As duas meninas iam à escola no período da manhã, e no restante do dia estavam sempre dispostas a ajudar no que fosse preciso. O menino, com o nariz, via de regra, escorrendo, brincava inocentemente no terreiro, durante boa parte do dia, sem imaginar a tempestade que vinha se formando, a tempos, no horizonte. A face triste das meninas não era pelo cansaço provocado pela lida no sítio, mas pela desconfiança no futuro. Seu Antônio fazia de tudo para não deixar transparecer suas preocupações. Como um comandante, não podia deixar que a tropa percebesse que o lider havia entregue a guerra, apesar de já ter sido obrigado, pela vida, a vender pouco a pouco, mais da metade da antiga propriedade, perto de 8 ha, para saldar dívidas. O dinheiro da venda acabou e ele estava vendo a hora que teria de vender o restante e ir embora para a cidade. “Fazer o que?” perguntava ele angustiado. Seus olhos se enchiam de lágrimas, que ele tratava rapidamente, de enxugá-las.
O sítio não era plano, mas dava para trabalhar em toda sua extensão. A terra, exaurida por anos e anos de exploração, literalmente falando, dava sinais de cansaço, apresentando baixa produtividade, sulcos de erosão e infestação de toda sorte de plantas, inclusive as indicadoras (samambaia e sapé), de que a acidez do solo era considerável. Os pastos rapados, suplicavam por ajuda. Os sauveiros e cupinzeiros multiplicavam-se por toda parte. As cercas se desfazendo, acentuavam o cenário de decadência e abandono. O córrego que contornava o fundo da propriedade, a cada ano ficava mais fraco, em função do assoreamento contínuo. As árvores iam morrendo uma a uma, em silêncio, sem que houvesse reposição. O lixo encontrado por toda a propriedade, demonstrava que o fim, era só uma questão de tempo. Eram arames farpados e latas enferrujadas, pedaços de plástico preto, resquícios de ensilagens feitas em outrora, pregos que pareciam brotar do chão, tamanha era a quantidade, tocos, troncos e galhos de árvores, mostrando que ali já houvera uma vegetação exuberante. O telhado do curral empenado, ameaçando ruir, era um perigo constante. O touro, as 7 vacas, as 2 bezerras e 1 bezerro, mantinham-se em pé, por pura teimosia. O barulho provocado pela ordenha dos 15 litros de leite por dia, feito pelas 3 vacas em lactação e suas crias, amontoadas num pequeno espaço, somado ao ruído de baldes, jatos de leite e mugidos, mais pareciam lamentos que produção.
A casa onde moravam era pequena, não tinha o conforto de um forro, nem de um sofá, tampouco de uma máquina de lavar. A geladeira, a televisão e os móveis estavam tão velhos quanto os retratos dos antepassados na parede da sala. Nos dois quartos pequenos, os sonhos transformavam-se no alimento essencial, para que amanhã levantassem para um novo dia de batalha. As roupas que usavam estavam surradas pelo tempo de uso, porque o dinheiro que ganhavam com a venda do leite e trabalhos nas propriedades da vizinhança, dava somente para a compra da comida. O problema é que ultimamente, algumas restrições quanto a quantidade de comida precisaram ser tomadas. Repetir o prato era um luxo cada vez mais raro e isso machucava os pais. Dia a dia, seu Antônio e d. Aurora, percebiam que a situação financeira se deteriorava, e que a intenção de vender mais uma vaca, deveria ser levada adiante, para pagar despesas corriqueiras. Do jeito que as coisas estavam acontecendo, ia chegar um dia que teriam que vender todo o rebanho e a propriedade, para tentar a sorte na cidade. “Mas o que fazer lá?” perguntavam entre si. “Deixar o lugar onde nascemos e crescemos. E o que será da nossa família? Onde vamos morar? Como iremos ganhar dinheiro para dar o que comer aos nossos filhos? Só sabemos trabalhar na roça! E a violência da cidade grande? E a saudade do cheiro da terra molhada pela chuva?” Choravam por dentro, angustiados pelo silêncio da falta de respostas, restando-lhes apenas, recostar suas cabeças nos travesseiros e tentar sonhar com uma vida melhor, para no dia seguinte começar tudo de novo.
Mas um dia, o amanhecer foi diferente. Parece que existia uma sensação nova no ar e um fato acabou mudando, para sempre, suas vidas...

ARTUR CHINELATO DE CAMARGO
EMBRAPA - Pecuária Sudeste
São Carlos, SP

Video: propriedade em destaque